Foram recebidos novamente com água, sem chuva, Foram grandes baldes cheios mesmo. Foi essa a forma mais conveniente que Jordana achou para acordar satélites e espantar costureiras que arrebentarem com o teto de sua casa.
Sem saber onde estavam Melvin e Monalisa quase se afogam ao enfiar a cabeça no balde, na pressa de hidratar seus corações. Saciados erguem os olhos e se deparam com Jordana segurando com correntes as pequenas criaturas.
O balão estava que era só retalhos outra vez, mas agora tinham a ajuda de toda a Guster, pois ja não tinham tanto medo da escuridão , podiam ver no céu, um pequeno pedaço da lua.
Jordana livra as costureiras das correntes, elas saem correndo. Começa então uma nova reforma, com novas costuras e novos tecidos. Em poucas horas de trabalho em grupo a laranja voadora esta pronta para ganhar os céus novamente, tudo o que precisavam era esperar o sol surgir.
Enquanto não é dia, Melvin e Monalisa deitaram na grama, fitavam o pedaço de lua na penumbra do céu, parecia um grande sorriso. Estranhavam por ela estar assim, tão branca, sempre viam ela amarela cor de abraços, como um grande jardim de girassóis.
Adormeceram, durante a madrugada ouviu-se alguns passos. Monalisa acordou e viu uma costureira maior que as outras e de cabelos semelhante a cipós, parecia sair fumaça de seu corpo, pois a pouca luz que tinha queimava sua pele, e por isso elas estava totalmente coberta com um pano azul esverdeado. Assustada, Monalisa acorda Melvin e toda a vizinhança.
A costureira trazia um pacote de sementes de girassol, e pretendia trocar pelo balão. Sua proposta foi ligeiramente recusada, então brotou um grande exercito de costureiras que pretendiam roubar o balão.
Rapidamente Melvin e Monalisa correm e dão partida, soltam as cordas e assim de imediato e fora de hora, lá se vão os satélites.
Enquanto as criaturas fumacentas gritavam de ódio devido ao fracasso.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Sobre um pirata uma astronauta e coisas da lua. (Part5)
Ouvia-se gritos vindo de longe, dos esconderijos onde estavam as pequenas criaturas impacientes esperando o por do sol. Suor na testa e sangue nas mãos, com toda a rapidez que faziam para cobrir os buracos com retalhos cortavam e espetavam as mãos com tesouras e agulhas.
Exaustos e com os corações secos, admiram o fim do trabalho, sorriem e caem na cesta no momento em que o sol diz "até amanhã". Vem então a escuridão e com ela a liberdade das criaturas noturnas, atirando-se em direção ao balão, algumas se agarram na cesta enquanto o casal dado como morto se afasta ainda mais da terra.
Munidos de enormes agulhas o plano é certificar que Melvin e Monalisa estão sem vida e levar de volta o que servirá de coberta para a luz lunar que fere seus estranhos corpos pequenos.
Ao entrar na dança dos ventos e trovões era difícil manter-se de pé. As costureiras desesperadas com a ideia de se expor a luz usam suas "espadagulhas" para furar o balão e forçar um pouso.
E assim voltamos aquela antiga cena, onde uma laranja gigante faz bung-jung sem corda alguma. Dessa vez nada de floresta, Melvin Monalisa e quatro costureiras despencam com toda força no telhado de uma pequena casinha, bem simples.
Depois do enorme barulho, ouviu-se apenas uma voz doce dizendo:
-Os satélites voltaram, e trouxeram a lua.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Sobre um pirata uma astronauta e coisas da lua. (Part4)
Nas mãos nada alem de a mão um do outro, não traziam nada alem de frutas,flores e a roupa do corpo.Sem muito pensar Melvin diz:
-Trouxemos as flores que as costureiras pediram, para o novo vestido laranja que estão fazendo...
-Aaah sim, pode entrar - diz um dos guardas ja sem paciência.
E sem entender nada passaram pelos portões enferrujado e caindo aos pedaços.
-Muito bem seu babaca, e agora? -disse Monalisa um tanto preocupada
-Calma boboca, eu tenho um plano, eu acho... -respondeu Melvin em meio a duvida.
Uma tremenda gritaria, risadas e choro se misturavam. Retalhos e pessoas com pouco mais que um metro, era um lugar sujo e bege.
Logo foram cercados por cinco costureiras que foram puxando suas roupas. Alguns tapas daqui e empurrões de lá e desistiram, então viram um ser um pouco maior que os demais, parecia ser o líder dali. Aos berros dizia para que se apresassem, pois a lua estava quase surgindo.
Monalisa e Melvin olharam imediatamente para o céu e viram um pequeno ponto luminoso no céu,parecia mesmo ser um pedaço de lua.
-Hei, vocês não são daqui! -gritou uma das velhas com a voz mais rouca.
Correram até o monte de panos retalhados e se esconderam enquanto vários monstrinhos os procuravam, ali ficaram mergulhados até que não houvesse mais sinal das pequenas criaturas. Permaneceram por horas e horas até que o sol desse o ar da graça, e todos os operários da gigantesca facção corressem para suas tocas por medo do sol.
Saíram do meio dos panos e podiam andar livremente ja que não havia mais ninguém perambulando sob a claridade entre as paredes bege. Havia algumas placas de manifestações contra a lua e um enorme livro. Monalisa curiosa como de costume abre o livro e se depara com a resposta daquilo que procurava.
O livro contava tudo desde o sumiço da lua, e o quanto esse povinho estranho é sensível a qualquer tipo de luz. Planejavam cobrir o sol assim como fizeram com a lua.
Então Melvin e Monalisa lembram-se que havia lua quando iniciaram a viagem de balão, e assustam-se ao perceber que passaram décadas flutuando,cinzas e sem vidas até que a grande chuva hidratasse seus corações secos e os trouxessem de volta a vida.
Depois de procurar por todos os cantos, la esta ele, ja faltando alguns pedaços,o que levaria eles de volta pra casa.
Tinham apenas até o pôr do sol, e o sol ja marcava fim da manhã e inicio de tarde.
-Trouxemos as flores que as costureiras pediram, para o novo vestido laranja que estão fazendo...
-Aaah sim, pode entrar - diz um dos guardas ja sem paciência.
E sem entender nada passaram pelos portões enferrujado e caindo aos pedaços.
-Muito bem seu babaca, e agora? -disse Monalisa um tanto preocupada
-Calma boboca, eu tenho um plano, eu acho... -respondeu Melvin em meio a duvida.
Uma tremenda gritaria, risadas e choro se misturavam. Retalhos e pessoas com pouco mais que um metro, era um lugar sujo e bege.
Logo foram cercados por cinco costureiras que foram puxando suas roupas. Alguns tapas daqui e empurrões de lá e desistiram, então viram um ser um pouco maior que os demais, parecia ser o líder dali. Aos berros dizia para que se apresassem, pois a lua estava quase surgindo.
Monalisa e Melvin olharam imediatamente para o céu e viram um pequeno ponto luminoso no céu,parecia mesmo ser um pedaço de lua.
-Hei, vocês não são daqui! -gritou uma das velhas com a voz mais rouca.
Correram até o monte de panos retalhados e se esconderam enquanto vários monstrinhos os procuravam, ali ficaram mergulhados até que não houvesse mais sinal das pequenas criaturas. Permaneceram por horas e horas até que o sol desse o ar da graça, e todos os operários da gigantesca facção corressem para suas tocas por medo do sol.
Saíram do meio dos panos e podiam andar livremente ja que não havia mais ninguém perambulando sob a claridade entre as paredes bege. Havia algumas placas de manifestações contra a lua e um enorme livro. Monalisa curiosa como de costume abre o livro e se depara com a resposta daquilo que procurava.
O livro contava tudo desde o sumiço da lua, e o quanto esse povinho estranho é sensível a qualquer tipo de luz. Planejavam cobrir o sol assim como fizeram com a lua.
Então Melvin e Monalisa lembram-se que havia lua quando iniciaram a viagem de balão, e assustam-se ao perceber que passaram décadas flutuando,cinzas e sem vidas até que a grande chuva hidratasse seus corações secos e os trouxessem de volta a vida.
Depois de procurar por todos os cantos, la esta ele, ja faltando alguns pedaços,o que levaria eles de volta pra casa.
Tinham apenas até o pôr do sol, e o sol ja marcava fim da manhã e inicio de tarde.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Sobre um pirata uma astronauta e coisas da lua. (Part3)
Passarinhos cantando e crianças correndo, assim já é dia novamente. A luz reflete nos olhos de cada habitante da doce terrinha, enquanto Melvin e Monalisa se aprontam para partir para mais um dia de busca.
Jordana contou sobre um povo estranho que roubam tudo o que pode ser atravessado por uma agulha, são pequenas criaturas que costumam costurar parar sobreviver, vivem na cidade alem da estrada de pedra, e podem estar transformando o balão em vestidos e calças neste exato momento.
Depois de agradecimentos e despedidas partiram. Depois de muitos passos dados chegaram a estrada de pedras quebradas, nada de cor de sede ou folhas tranquilas, via-se apenas uma imensidão cinza, galhos secos e uma placa que indicava um lugar chamado Malásia a alguns quilômetros.
-Esta com medo- disse o garoto segurando firmemente a pequena mão de Monalisa
-Não estou não- respondeu sorrindo
Ele sorriu e a beijou na ponta do nariz, e seguira m com passos curtos pela estrada de pedras quebradas,sem pressa.
O dia foi de caminhada, paravam a cada jardim e colhiam flores e frutas por onde passavam. Fazia frio, e como se ja não bastasse começou a nevar, abrigaram-se então sob uma grande arvore, e assistiam ali a neve cair. Monalisa desconfiada diz:
-É impressão minha, ou essa neve tem cheiro de sorvete?
-Tambem estou sentindo, vamos ver.
Então mergulharam na neve que realmente era sorvete, comeram tanto que dormiram por ali mesmo. Melvin acordou primeiro, e ja sem sono fitou os olhos na pequena adormecida, até que ela decidi acordar e ja com um leve sorriso estampado em seu rosto ainda com vestígios de sorvete. Levantaram-se e deram continuidade no trajeto.
Próximo aos portões da Malásia haviam um belo rio, com água muito limpa, porem fortemente protegido por cercas elétricas nas quais tomaram bons choques ao tentar tomar água.
Depois de tanto andar, finalmente a placa faltando algumas letras " B_M-VI_D_". Havia dois pequenos guardas munidos de grandes agulhas que usavam como espadas, E com voz de autoridade disseram os guardas:
-O que trouxeram?
Jordana contou sobre um povo estranho que roubam tudo o que pode ser atravessado por uma agulha, são pequenas criaturas que costumam costurar parar sobreviver, vivem na cidade alem da estrada de pedra, e podem estar transformando o balão em vestidos e calças neste exato momento.
Depois de agradecimentos e despedidas partiram. Depois de muitos passos dados chegaram a estrada de pedras quebradas, nada de cor de sede ou folhas tranquilas, via-se apenas uma imensidão cinza, galhos secos e uma placa que indicava um lugar chamado Malásia a alguns quilômetros.
-Esta com medo- disse o garoto segurando firmemente a pequena mão de Monalisa
-Não estou não- respondeu sorrindo
Ele sorriu e a beijou na ponta do nariz, e seguira m com passos curtos pela estrada de pedras quebradas,sem pressa.
O dia foi de caminhada, paravam a cada jardim e colhiam flores e frutas por onde passavam. Fazia frio, e como se ja não bastasse começou a nevar, abrigaram-se então sob uma grande arvore, e assistiam ali a neve cair. Monalisa desconfiada diz:
-É impressão minha, ou essa neve tem cheiro de sorvete?
-Tambem estou sentindo, vamos ver.
Então mergulharam na neve que realmente era sorvete, comeram tanto que dormiram por ali mesmo. Melvin acordou primeiro, e ja sem sono fitou os olhos na pequena adormecida, até que ela decidi acordar e ja com um leve sorriso estampado em seu rosto ainda com vestígios de sorvete. Levantaram-se e deram continuidade no trajeto.
Próximo aos portões da Malásia haviam um belo rio, com água muito limpa, porem fortemente protegido por cercas elétricas nas quais tomaram bons choques ao tentar tomar água.
Depois de tanto andar, finalmente a placa faltando algumas letras " B_M-VI_D_". Havia dois pequenos guardas munidos de grandes agulhas que usavam como espadas, E com voz de autoridade disseram os guardas:
-O que trouxeram?
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Sobre um pirata uma astronauta e coisas da lua. (Part2)
Passaram-se sete dias desde a memorável despedida do inverno e calorosa saudação da primavera. O sol brilhava como se fosse a primeira vez, tudo se resumia em luz, azul sede e verde sereno.
Todos por alí se conheciam, logo estranharam ao ver pelas estradas de terra aos passos curtos uma menina de cabelos escuros na altura dos ombros, olhos cor de miolo de girassol e sapatos cor de folha, sempre acompanhada de um menino não muito alto, de cabelos enrolados,olhos escuros como cubos de gelo refletindo pó de café e adornos esquisitos.
Os não normais (como eram chamados) pareciam assustados coma presença daquele povo de cabelos coloridos e roupas engraçadas. Aparentemente impressionados com tudo que viam na pequena Guster, onde rapidamente viraram assunto, todos queriam saber de onde vieram, o que queriam e etc, ja que nunca houve visitantes naquele pedacinho de terra vermelha.
Pouco antes de escurecer os não normais, foram vistos nas beira do rio, bebendo água e se abraçando, sorriam com tanto prazer que pareciam consumir a fonte da juventude.
Os olhos que observavam atentamente a alegria incompreendida dos visitantes eram os velhos e murchos olhos de Jordana, Uma senhora muito respeitada por seus bons atos, e conhecida por todos por sua generosidade.
Vendo que o sol estava cedendo espaço para que o pretume tomasse conta, Jordana diz:
-Esta anoitecendo,não seria melhor irem pra casa?
-Casa? faz dias que procuramos por casa -Disse a pequena menina com o olhar fixo ao céu.
A senhora manteve o doce sorriso mesmo sem entender nada, e convidou os jovens para um jantar em seu pequeno lar.
Chegaram em tempo, ao fechar a porta acabou-se o ultimo raio de luz,
-Como se chamam?
-Ela se chama Monalisa, eu me chamo Melvin. E a senhora?
-Nomes interessantes, me chamo Jordana. Como chegaram aqui?
-Não sabemos- disseram juntos
Então Ele tenta explicar:
-Houve uma grande chuva, nossos corpos estavam cinza e morremos. Mas houve uma grande queda também e despencamos do céu
-Esta me dizendo que vocês voam?- perguntou Jordana com um tom irônico.
-Sim, de balão- com segurança disse Monalisa
-Um balão? ouvi falar sobre um balão antes da chuva.
-Sim estavamos neste balão.
-Mas, cade o balão?
-Não sabemos, morremos na metade do caminho, nossos corações secaram por falta de água, se não fosse o céu desabar em chuva...
Jordana ficou completamente encantada e ao mesmo tempo confusa com tudo o que ouviu. Passou a chama-los de satélites.
Poem-se a mesa, frango e batatas, Melvin e Monalisa devoram as batatas em um piscar de olhos, quanto ao frango nem se quer uma biliscadinha.
Conversaram por horas a fio, até o nascer do sol. Aprenderam com a senhora os costumes e tradições de Guster e convenceram Jordana da existência de algo que ilumina a todos enquanto o sol descansa, e por isso precisavam encontrar o balão, pois precisavam ir até a lua.
Todos por alí se conheciam, logo estranharam ao ver pelas estradas de terra aos passos curtos uma menina de cabelos escuros na altura dos ombros, olhos cor de miolo de girassol e sapatos cor de folha, sempre acompanhada de um menino não muito alto, de cabelos enrolados,olhos escuros como cubos de gelo refletindo pó de café e adornos esquisitos.
Os não normais (como eram chamados) pareciam assustados coma presença daquele povo de cabelos coloridos e roupas engraçadas. Aparentemente impressionados com tudo que viam na pequena Guster, onde rapidamente viraram assunto, todos queriam saber de onde vieram, o que queriam e etc, ja que nunca houve visitantes naquele pedacinho de terra vermelha.
Pouco antes de escurecer os não normais, foram vistos nas beira do rio, bebendo água e se abraçando, sorriam com tanto prazer que pareciam consumir a fonte da juventude.
Os olhos que observavam atentamente a alegria incompreendida dos visitantes eram os velhos e murchos olhos de Jordana, Uma senhora muito respeitada por seus bons atos, e conhecida por todos por sua generosidade.
Vendo que o sol estava cedendo espaço para que o pretume tomasse conta, Jordana diz:
-Esta anoitecendo,não seria melhor irem pra casa?
-Casa? faz dias que procuramos por casa -Disse a pequena menina com o olhar fixo ao céu.
A senhora manteve o doce sorriso mesmo sem entender nada, e convidou os jovens para um jantar em seu pequeno lar.
Chegaram em tempo, ao fechar a porta acabou-se o ultimo raio de luz,
-Como se chamam?
-Ela se chama Monalisa, eu me chamo Melvin. E a senhora?
-Nomes interessantes, me chamo Jordana. Como chegaram aqui?
-Não sabemos- disseram juntos
Então Ele tenta explicar:
-Houve uma grande chuva, nossos corpos estavam cinza e morremos. Mas houve uma grande queda também e despencamos do céu
-Esta me dizendo que vocês voam?- perguntou Jordana com um tom irônico.
-Sim, de balão- com segurança disse Monalisa
-Um balão? ouvi falar sobre um balão antes da chuva.
-Sim estavamos neste balão.
-Mas, cade o balão?
-Não sabemos, morremos na metade do caminho, nossos corações secaram por falta de água, se não fosse o céu desabar em chuva...
Jordana ficou completamente encantada e ao mesmo tempo confusa com tudo o que ouviu. Passou a chama-los de satélites.
Poem-se a mesa, frango e batatas, Melvin e Monalisa devoram as batatas em um piscar de olhos, quanto ao frango nem se quer uma biliscadinha.
Conversaram por horas a fio, até o nascer do sol. Aprenderam com a senhora os costumes e tradições de Guster e convenceram Jordana da existência de algo que ilumina a todos enquanto o sol descansa, e por isso precisavam encontrar o balão, pois precisavam ir até a lua.
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Sobre um pirata uma astronauta e coisas da lua. (Part1)
O ultimo dia de inverno.
Diziam que era um dia frio,seco e sem cor.
O céu mais parecia um enorme cinzeiro, com bitucas de cigarro ainda mais escuras que eram as nuvens carregadas, onde destacava-se apenas algo semelhante a uma laranja voadora.
Todos forçavam a visão em busca de uma resposta sobre o que seria aquilo, até que alguém arriscou dizer que se tratava de um balão.
Sim,um balão.
E la se vai o enorme balão laranja, perdendo-se de vista entre o eterno cinza e os olhares curiosos por onde passava.
Anoitece, e com a escuridão vem a maior tempestade que a pequena cidadezinha batizada como "Guster" ja viu. A força da água tomava conta de tudo que não estava devidamente preso ao chão. Assim como aquele ponto que estava a dançar no ritmo do vendaval, violentamente vencido pela gravidade e tomado por uma queda livre, indo de encontro ao chão mais rápido que a chuva.
Na manhã seguinte o azul que enfestava o céu era tão atraente que disfarçava a tristeza daqueles que tiveram seus lares arruinados pelo pré diluvio, Via-se até alguns sorrisos contrastando com os entulhos em meio aquela manhã de imensa sede.
Em poucos dias tudo voltou ao normal na cidadezinha, um lugar aparentemente muito agradável, povoado por pessoas simples e de bom coração, durante o dia.
Não se sabe ao certo o motivo, mas até mesmo o mais velho habitante diz jamais ter visto o luar. Alguns dizem nem acreditar que exista luz quando não é mais dia, pois as noites são completamente tomadas pela penumbra e o medo. Mas concordam que se existe algo que afaste a aflição que escuro traz, esta sim fazendo muita falta.
Diziam que era um dia frio,seco e sem cor.
O céu mais parecia um enorme cinzeiro, com bitucas de cigarro ainda mais escuras que eram as nuvens carregadas, onde destacava-se apenas algo semelhante a uma laranja voadora.
Todos forçavam a visão em busca de uma resposta sobre o que seria aquilo, até que alguém arriscou dizer que se tratava de um balão.
Sim,um balão.
E la se vai o enorme balão laranja, perdendo-se de vista entre o eterno cinza e os olhares curiosos por onde passava.
Anoitece, e com a escuridão vem a maior tempestade que a pequena cidadezinha batizada como "Guster" ja viu. A força da água tomava conta de tudo que não estava devidamente preso ao chão. Assim como aquele ponto que estava a dançar no ritmo do vendaval, violentamente vencido pela gravidade e tomado por uma queda livre, indo de encontro ao chão mais rápido que a chuva.
Na manhã seguinte o azul que enfestava o céu era tão atraente que disfarçava a tristeza daqueles que tiveram seus lares arruinados pelo pré diluvio, Via-se até alguns sorrisos contrastando com os entulhos em meio aquela manhã de imensa sede.
Em poucos dias tudo voltou ao normal na cidadezinha, um lugar aparentemente muito agradável, povoado por pessoas simples e de bom coração, durante o dia.
Não se sabe ao certo o motivo, mas até mesmo o mais velho habitante diz jamais ter visto o luar. Alguns dizem nem acreditar que exista luz quando não é mais dia, pois as noites são completamente tomadas pela penumbra e o medo. Mas concordam que se existe algo que afaste a aflição que escuro traz, esta sim fazendo muita falta.
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